Ajụjụ Ịchọta - Ihe Ọrụ Ndị Ọchịagha na Mmetụta Ọha na Nsọ na Mkpụrụ Ọgbọ 2024
Ajụjụ a nwere ebumnuche iji ghọta ahụmahụ na nkwenye gbasara mkpụrụ ọgbọ ikpeazụ nke 2024. Azịza gị bụ nzuzo ma a gaghị egosipụta ha n'otu otu. Biko zaa n'ezighi ezi, ma ọ bụrụ na enwere ike, nye ọmụmaatụ doro anya.
Profil nke Onye Nyocha: Kedu afọ gị?
- iri ise
- 33
- 44
- 29
- 44 anos
- 45
- 39
- 44
Profil nke Onye Nyocha: Kedu ọrụ ma ọ bụ ọrụ gị?
- polisi
- Subinspector da Polícia, Educador cívico patriótico do nível central/estratégico
- Função Pública
- Polícia e docente
- Negociante
- Docente
- Médico
- Polícia
Profil nke Onye Nyocha: Kedu ebe ị bi?
- maputo
- Marracuene, Bairro de Montanhana
- Gaza
- Maputo
- Marracuene-Santa Isabel
- Boquisso
- Marracuene - Habel Jafar
- Marracuene e
Profil nke Onye Nyocha: Kọwaa ahụmahụ gị na mkpụrụ ọgbọ ma ọ bụ ihe ndị ọha.
- anaghị m ewere ya nke ọma banyere oge ahụ, ọ bụghị ezigbo. ndị mmadụ akọpụtara ihe onwunwe ha, ugbu a anyị niile na-arịa ọrịa akụ na ụba. ụbọchị abụghị nke m dịịrị mma. obodo m juru eju na minerals mana ọ naghị enyere anyị aka, ọ na-eme ka ndị ntorobịa nwee mwute.
- Foi um momento de caos, exteoriose múltipla ou colectiva, possessão colectiva nunca mais visto na sociedade moçambicana.
- A manifestação é um direito que o povo deve exerce la quando ve os seus direitos violados
- Experiência totalmente desagradável, tanto por parte da actuação da Polícia quanto pela reacção e mobilização para o vandalismo
- Actos de desordem, privação do exercício de alguns direitos e liberdade, como é o caso de ir e vir, ou seja, de circular livremente, o direito de escolha, o bom nome, vandalizações, destruição de infrastruturas públicas e privadas, privação do direito de trabalhar, estudar, saúde, assassinatos, entre outros males.
- Em manifestações, mantenho-me longe possível.
- Durante a manifestação vivi terrores. Precisei várias vezes, mas sem sucesso chegar ao hospital. Vi várias situações até alguns colegas atacados nas ambulâncias durante a ida ou volta do hospital
- Experiência única bem complicada mas o que mais admirou me foi o nível de envolvimento popular
Isiokwu 1: Ọrụ ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ - 1.1. Kedu ka ị si hụ ọrụ ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ?
- polis bụ ezigbo enyemaka ma ị matala mgbe ọchịchị kpebiri ihe, polis ga-edozie ya.
- A polícia actuou nos níveis aceitáveis para garantir que o caos não chegasse a níveis incontroláveis, pese embora em algumas circunstâncias exagerou no zelo.
- Foi mais repressiva
- Um pouco exagerada, carregada de interesses não muito claros
- Primeiro porque as manifestações referidas não são as permitidas por lei, a Polícia actuava de modo a garantir a livre circulação de pessoas e bens, prevenir actos de violência, vandalizações, destruição de bens públicos e privados, bem como, prevenir todos os que atentassem contra a ordem pública e incivilidades.
- A polícia deve garantir a tranquilidade e ordem públicas, evitando que as manifestações se tornem violentas ou que perturbem os outros. O direito de uns não pode suplantar o direito de outros.
- Durante a manifestação e como é comum aqui a polícia nunca actua a favor da população. Tenho impressão de que a polícia nunca é republicana, está sempre ao serviço de certos líderes políticos.
- Desenquadrado
Isiokwu 1: Ọrụ ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ - 1.2. N'echiche gị, ndị ọchịagha na-ahụ ndị otu niile otu ma ọ bụ ọ bụ na enwere ọdịiche n'ịchịkọta? Ị nwere ike inye ọmụmaatụ?
- echere m na ha na-eme usoro mgbe niile nke otu ndị ahụ.
- A polícia deveria tratar as pessoas da mesma forma. Sucede que nas manifestações porque era difícil distinguir quem era manifestante e quem não era, não havia condições de trabalhar com simpatia e empatia. O que era necessário era garantir e manter Ordem, Segurança e Tranquilidade Públicas e assim, foi.
- Há diferença de tratamento a policia esta mais mais para proteger o poder politico
- Não trata, com certeza há uma diferença
- A Polícia trata os grupos não de igual, mas sim equitativa, isto é depende do perigo Este grupo apresenta. Neste caso, os grupos que uniam em alguns pontos para entoarem o hino nacional, a Polícia se fazia ao local para protegé-los, contrariamente dos grupos que se faziam a via pública para vandalizações ou destruição, logicamente que a Polícia tinha que activar os meios proporcionais a cada acção, Como é o caso de Ressano, Bobole, etc.
- Nalgum momento há diferença de tratamento. Exemplo: Onde a manifestação não oferece perigo não necessidade de usar gás lacrimogéneo.
- Nunca trata de forma igual. A polícia está sempre ao serviço de certos políticos
- Há diferenças
Isiokwu 1: Ọrụ ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ - 1.3. Ị hụla ma ọ bụ nụrụ banyere ọnọdụ ebe ụfọdụ ndị mmadụ na-eru na ihe ize ndụ nke iji ụjọ ma ọ bụ ụjọ? Kedu ka nke ahụ si eme?
- ana m ahụwo n'izu nile n'ihi na echere m na agaghi m n'ọrụ, ụgbọala m agbajiwo ma ọ dịghị onye bụ onye na-aza ajụjụ.
- Sim. Eu pessoalmente já sofri. Num dos dias das manifestações, não havia transporte. Eu a caminhar na zona da Esquina de Compone em Maputo, fui atingido com gás lacrimogéneo. Doeu, mas era necessário para dispersar os manifestantes.
- Aconteceu sim para alguns candidatos
- Sim claro,refiro-me a detenções arbitrárias e mais tratos nas unidades policiais
- Muitos casos, embora muitos deles em redes. Minha viatura quebrada, Minha familia ameaçada por conta da filiação partidária, vidas ceifadas, exposição de corpos sem vida em Michafutene, destruição de escolas, hospitais. Policiais e membros de algumas organizações ameaçados e insjustiçados.
- Sim. Detenção arbitrária.
- Tudo que vivemos durante as manifestações
Isiokwu 1: Ọrụ ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ - 1.4. N'echiche gị, ndị ọchịagha na-esoro ụkpụrụ ma ọ bụ omume ụfọdụ iji jide njikwa nke ndị mmadụ n'oge mkpụrụ ọgbọ? Ọ bụrụ na ee, kedu ihe na otú ị si hụ ọrụ a?
- ha na-anwa mana ha enweghi ihe ndị kwesịrị ekwesị iji mee ọrụ a, n'ihi ya, ha mere ya na ụzọ na-ezighị ezi.
- Não, pese embora deveria seguir, pois na sua preparação principalmente a Unidade de Intervenção Rápida é formada para isso. Mas quando as circunstâncias não permitem o melhor que se têm a fazer é se adaptar à realidade do terreno. E assim, foi.
- Nao seguiu nenhum padrão houbmve mais violacoes de diireitos humanos
- Não. Não existe uniformidade na actuação policial. Isso leva a arbitrariedade histórica da PRM
- Existe sim, primeiro porque a Polícia cumpre a lei, segundo pode se notar isso quando alguns grupos manifestavam a Polícia estava lá para garantir o exercício daquele direito fazendo acompanhamento, mas em alguns grupos, aqueles representavam perigo ou alteração da ordem pública, a Polícia estava lá para garantir que a ordem pública seja intacta, aliás é a missão deste órgão.
- Sim. O diálogo sem demonstração de força, na maioria dos casos, resulta. Em caso de uso da força, esta deve ser proporcional.
- Sim, controlam a população usando balas verdadeiras
Isiokwu 2: Ihe omume ndị dị mfe nke ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ nke 2024 - 2.1. Kedu ihe omume ndị ọchịagha kwadoro n'oge mkpụrụ ọgbọ nke 2024 iji jide mkpụrụ nke ngosi ahụ?
- ha dara ogo ọtụtụ oge.
- Lançamento de gás lacrimogéneo e sensibilização nas mídias.
- Violencia
- Houve duas medidas Preventivas - Em zonas em que não havia ainda sinais de manifestações violentas Repressivas-em zonas e situações concretas. Sobretudo, na metrópole, onde foram visualizadas acções típicas de combate.
- Medidas preventivas no cómoto geral e repressivas se a situação exigisse.
- Força letal. Em alguns momentos era possível controlar os protestos sem recorrer a força.
- Com armas de fogo feriu e matou Torturou inocentes Destruiu bens
Isiokwu 2: Ihe omume ndị dị mfe nke ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ nke 2024 - 2.2. E nwere ọnọdụ ebe ojiji nke ike ndị ọchịagha mere ka enwe mmerụ ahụ ma ọ bụ ọnwụ? Kedu ka e jiri kwuo nke a na ọha?
- o mere n'èbe obodo na ọ bụ n'ihi omume ndị mmadụ.
- Sim, houve. Boa parte das situações não foram explicadas até hoje. Houve absentismo por parte do Comando Geral da PRM.
- Houve sim e chamaram o povo de vandalos
- Claro que houve. Pode-se apontar casos mediáticos de pessoas atropeladas na Avenida Eduardo Mondlane e também baleamentos perpetrados por agentes da UIR
- Não existe uma arte para explicar situações desta natureza, pois a Polícia tem Como missão garantir a ordem, segurança e tranquilidade públicas. Os casos em alusão trata-se incidentes, portanto não tem explicação exaustitiva, apenas assumir a culpa e pedir desculpas ao público.
- Sim. Que ocorreram acidentalmente, mas no fundo havia falta de preparo principalmente dos polícias mais novos na corporação.
- Varias situações porque colocavam em risco a segurança do estado
Isiokwu 2: Ihe omume ndị dị mfe nke ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ nke 2024 - 2.3. N'echiche gị, gịnị na-eme ka ndị ọchịagha kpebie ma ha ga-eme naanị ka ha na-echebe, iji ike ma ọ bụ ọbụna ngwa ọgụ n'ịchekwa mkpụrụ ọgbọ?
- mmetụta ndị mmadụ nke na-emegharị emegharị.
- É o terreno que dita.
- A policia age de forma teleguiada seguindo ordens ilegaisp
- O que deveria ser, é a avaliação do nível de ameaças. Há um padrão internacional que gradua as ameaças através de corres, que inicia de azul e termina no vermelho
- Faz a avaliação da situação e vai usar os meios a disposição dependendo do que o terreno vai ditar. É o mesmo quando estamos no tempo chuvoso, existem momentos que mesmo depois de chover posso sair de chinelos, de sapatos, mas ha vezes que nenhuma destas coisas devo usar, mas sim, botas de altura do joelho. Assim a situação ditou.
- Deve usar metodos preventivos sempre. Força física ou armas quando haver resistência justificada, por exemplo, quando se agride o agente, uso de armas brancas...
- Não sei, porque geralmente usa o último recurso em situações totalmente desnecessárias
Isiokwu 2: Ihe omume ndị dị mfe nke ndị ọchịagha n'oge mkpụrụ ọgbọ nke 2024 - 2.4. Ị chere na, n'oge nkwụsị, ndị ọchịagha na-echebe ụfọdụ mmadụ karịa ndị ọzọ? Ị nwere ike kọwaa otú nke a si eme?
- mba, ha chebeghị ndị mmadụ niile.
- Não! A polícia protege a todos. O seu juramento é para todo povo.
- A policia protege os politicos
- Claro. Há segmentação, isso deve-se pela herança política que caracteriza a corporação.
- Sim, temos que em conta a situação destas. Tratar de igual a pessoas iguais e diferente a a pessoas diferente. Neste caso temos vitimas e aquelas pessoas que estão a condicionar o exercício do direito de outrem (vitimas), estas pessoas não serão tratadas da mesma forma. Um casos acompahados foi no Zimpeto em várias vezes as pessoas colocavam barricadas para condicionar o direito de ir e vir, quebravam viaturas agrediam pessoas. Neste caso estamos diante de grupos diferentes e tratamento deve ser diferenciado.
- Acho que não.
- Sim, quando a FRELIMO decide marchar mesmo sem previa comunicação, tem proteção, porém, quando outras organizações autorizadas são agredidas
Isiokwu 3: Mmetụta ọrụ ndị ọchịagha banyere nkwenye nke ịdị n'ahụ na ịhapụ na ọha - 3.1. N'oge mkpụrụ ọgbọ, i chepụtara na ụfọdụ otu e were dị ka 'normala' na ndị ọzọ dịka 'problems' ma ọ bụ 'threats'? Kedu ka nke a si eme?
- ha gbalịrị ime ọrụ ha n'ụzọ kachasị mma.
- Sim. Uma parte da sociedade tida como elite, foi tratada bem. E outra, tida como vândalos. Esses sofreram muito com a opressão da polícia, principalmente em alguns bairros periféricos das capitais.
- Os politicos eram protegidos e ps manifestantes eram tratados como coisas
- Mas é claro. Basta acompanhar o discurso na media.
- Claramente, Indo aos exemplos, os grupos que por volta das 12 ou 13 horas iam as praças ou locais previamente definidos para entoarem o hino nacional, no segundo caso, pode falar do grupo dos panelaços e os obrigavam a vestir uma determinada cor do vestuário, usar apito, carachá etc. No terceiro caso podemos dar exemplo do grupo de Bobole, Ressano, o suposto grupo que queria tomar a presidência, aeroporto, etc.
- Na maioria dos casos eram vistos como problemas. Mas isso deveu-se a forma como alguns grupos tem se manifestado em público. Procuram desobedecer
- Sim, a população sempre foi chamada de vândalo
Isiokwu 3: Mmetụta ọrụ ndị ọchịagha banyere nkwenye nke ịdị n'ahụ na ịhapụ na ọha - 3.2. Ị chere na otu ndị ọchịagha si ewere n'oge mkpụrụ ọgbọ na-eme ka ndị mmadụ nwee mmetụta nke ọdịnala ma ọ bụ na-enye ha mmetụta nke ịhapụ? Gịnị mere??
- ọ bụ ihe siri ike ịgụnye ndị ọzọ n’ihi na ndị mmadụ anaghị emeghachi omume nke ọma banyere ịdị mkpa nke ndị uwe ojii n’ime ọha mmadụ.
- Excluídas. Porque a polícia usa muita força. Ao invés de estar mais próxima da sociedade, ela se torna mais opressora esquecendo que saí da sociedade para servir a sociedade.
- Excluidas pois eram mortas como coisas
- Excluídas. A polícia, parece um instrumento de combate a sociedade e não uma organização republicana.
- Estamos numa sociedade perversa, onde se vive totalmente a crise de valores, dorante poucos entendem qual é o papel da Polícia. Os prevericadores lutam para sujar a imagem da Polícia e contribui para afastamento até dos inocentes neste órgão. Indo a questão, podemos dividir a sociedade em duas esferas aquela se sente parte da sociedade e outra excluida depende do senso de cada parte.
- Nalguns casos influenciam como se estivessem excluídas. Exemplo: Como cidadão, percebi um bloqueio numa via próxima e decidi passar da esquadra para informar. O comportamento do oficial dia, antes de saber o que eu ia tratar, foi rude. Tratou-me muito mal com expressões agressivas do tipo, quem és tu? Vens fazer o quê? Não estamos pra brincadeiras...isso inibe a participação cidadã
- Claramente, a população passou a ter medo de quem devia lhe proteger
Isiokwu 3: Mmetụta ọrụ ndị ọchịagha banyere nkwenye nke ịdị n'ahụ na ịhapụ na ọha - 3.3. Ị chere na ọgwụgwụ ndị ọchịagha nyere ndị na-eme mkpụrụ ọgbọ na-emekwa ka i wee mụọ ụzọ okwu ma ọ bụ stigma banyere obodo, otu ndọrọ ndọrọ, ma ọ bụ obodo? Gịnị mere?
- o mere ka ụdị ọnọdụ a ghara ịbụ naanị maka ụzọ ndị uwe ojii si emeso mmadụ, kama ọ bụ maka omume ndị mmadụ niile.
- Sim, reforça. Afasta cada vez mais a sociedade dela. A polícia além de ser mais próxima do cidadão, afasta.
- Ta claro os politicos eram protegidos e a polpulacao excluida
- Reforça Sobretudo, da componente política.
- Sem duvidas, ou sou membro do Bairro e Vivo isso dia pos dia. Entende-se pois a nossa sociedade não esclarecida em diversas materias sociais por isso é manipulável.
- Nunca notei
- Sim
Isiokwu 4: Nkwenye na nkwenye banyere ọchịchị na ikike - 4.1. Kedu mgbanwe ịchọrọ ka ndị ọchịagha mezie ka ha wee rụọ ọrụ nke ọma, na-enyerịrị ikike ndị mmadụ?
- ọ bụghị maka nkwanye ùgwù, n'ihi na e nwere n'ezie nkwanye ùgwù, mana ihe kwesịrị ime bụ inwe mmetụta maka ụdị mmekọrịta nke ọha mmadụ banyere oke mkpughe.
- Que a polícia seja mais humana e republicana.
- Dispartidarizar os comandantes da policia
- Um debate aceso sobre a gestão das operações e a modernização da Polícia, sobretudo na componente humana. É necessário mudar o paradigma. A primeira coisa seria mesmo tirar o poder da polícia nas mãos de pessoas que não tem formação de oficiais específicas, pois estes têm sido o grande vector das arbitrariedades cometidas pela polícia
- É necessário apostar-se nas formações de qualidade e continuas. Mas não basta a Polícia fazer a sua parte, a sociedade é a espinha dorsal para o sucesso, falar do Polícia é o mesmo que falar da sociedade, ora vejamos, as instuições policiais estão sediadas na comunidade, o membro este que hoje é visto como violador dos direitos é membro da comunidade. A boa Polícia ou bom Polícia deve ser construido apartir de casa.
- Dialogar mais. Educar as pessoas, promovendo encontros regulares, feiras e outros. É preciso que se desenhe programas que ajudam a corporação a inserir-se nas comunidades. Só assim a prática cidadã é conseguida.
- Que a polícia seja republicana
Isiokwu 4: Nkwenye na nkwenye banyere ọchịchị na ikike - 4.2. Kedu ka ndị ọchịagha ga-esi hazie ọrụ ha nke ime ka ndị mmadụ nwụrụ anwụ na ijikọ onye nke na-eme mkpụrụ ọgbọ?
- echere m na ọ bụ ihe siri ike, ma ọ bụ oge dị ukwuu ịhụ na ndị uwe ojii kwesịrị ịgbanwe ma gbanwee ịzụlite na nke ọzọ.
- Sendo mais persuasiva, comunicativa e humana.
- Seguindo escrupulosamente a Lei na sua actuacao
- Basta seguir a lei, pois ela já existe.
- Primeiro o cidadão deve saber o que é manifestar, pois o caso em estudo não julgo ser manifestação, mas outra coisa como o vandalismo, violência, desordem, roubo, terrorismo urbano etc., portanto exigiu-se a Polícia a usar meios de forma equilibrada e proporcional aos actos. respondendo a questão, a Polícia deve usar a sua força de forma gradual, até que a ordem pública seja intacta.
- Agindo dentro da lei
- Reconhecer que está ao serviço da Nação e não de certas pessoas
Isiokwu 4: Nkwenye na nkwenye banyere ọchịchị na ikike - 4.3. Kedu ihe ndị kacha mma bụ nsogbu ndị ọchịagha na-eche ihu, iji rụọ ọrụ nke ọma, na-echekwa ikike ndị mmadụ n'oge mkpụrụ ọgbọ ma ọ bụ ọdịda ọha?
- ọnọdụ ọha na eze.
- Falta de meios de persuasão.
- É o facto de estar sob comando do poder politico
- Como disse antes, tirar o poder de pessoas que não sabem que o poder é para aproximar o serviço público ao cidadão
- Formações especificas e continuas, equipar a força de meios próprios para o efeito, difusão da legislação sobre os direitos e liberdades. Não basta só a Polícia os outros órgãos responsavés e a comunidade deve fazer a sua parte, O CIP por exemplo deve também divulgar instrumentos que versam sobre estes direitos.
- Pressão política e institucional; Tensão e medo; Equilíbrio entre a manutenção da ordem pública e direitos dos manifestantes; Formação adequada;
- Reconhecer que está ao serviço da Nação Valorizarem a vida