kai eu a abraço, acalmo, nomeio o sentimento e falo. na minha opinião, o sentimento que a criança sente - medo - é real, por isso nunca o questiono. nós falamos mais sobre o que causou o medo. é um cinto - uma cobra, deitada debaixo da cama? é real? é uma cobra? podemos olhar? um passo e com cuidado? apenas para ter certeza se realmente...
parodau, que também tenho medo.
acalmo-o, tranquilizo-o, que estou com ele e que não tem nada a temer.
de acordo com as circunstâncias - se o medo for justificado, por exemplo, se um cachorro desconhecido se aproximar, eu o pego no colo, mas se, por exemplo, ele tem medo do escuro, pegamos uma lanterna, conversamos, brincamos de sombras e assim por diante.
-
eu explico que não há nada a temer, nada nos acontecerá.
tentar protegê-lo e quando ele se sente seguro, então tentamos conversar